Ele dizia caneca e ela pensava na chávena. Ele dizia só mais um bocadinho e ela pensava agora.
As gargantas. O fastio. As ligações sem ligação nenhuma, como agulhas num pim.pim.pim agudíssimo. Uma coisa sem explicação. Uma vontade de terminar com o absurdo de uma ligação, se não há razão para ela, terminá-la. Está a transformar-se num espectáculo burlesco. Um catadupa de coisas vistas, sem brilho nenhum, sem nenhuma glória.
Os ossos dela cada vez mais à vista. Magra. Olheirenta. Os livros a servirem de consolo. Os filmes em tão poucos dias numa voz roufenta num ecrã super qualquer coisa. Os outros cada vez mais amiúde, quase uma miríade. Um não sei porquê mentiroso. Sei muito bem porquê. E nem sequer existem mártires por aqui. Algumas coisas partem. Caem no chão, ou batem em coisas, ou descarregam sobre elas águas gelada. Querem água? Tomem lá pedras.