Trocar o exterior pelo início. Se o início fôr a primeira letra, ou o lugar inícial. O sítio primordial. O da entrada.
E depois não conseguir trocar, mas ainda assim, ainda assim trocar.
O alvo que sai, que esmaga, revolve. E acrescentar uma existência independente, em pontos nervosos e ao mesmo tempo severos.
Resolver assim uma divisão, um quarto fechado, – e não se abrem portas fechadas, que não te preocupes, não abro – e agora, logo ao chegar, escancarado.
27 Janeiro, 2012 às 3:40 pm
Ótimo. Certezas são ilusões. Ilusões são sonhos. Existe coisa mais real que um sonho?