De repente, antes que perceba o como, uma pancada seca no retrovisor da direita e plof, lá foi o espelho. E não estou a falar dos sete, ou três, ou nove anos de azar que a sapientíssima sabedoria popular apregoa, estou a falar da falta que aquela pequena reflexão nos faz.
Pessoalmente acho extravagante partir espelhos. Profissionalmente acho afáveis os reflexos.
Mas os reflexos, se pensarmos bem, não nos fazem ir a consultas. Deixarmo-nos deslumbrar por uma imagem é patético. Desistir de um reflexo pode ser desagradável para o objecto.
26 Janeiro, 2012 às 8:38 pm
Extravagante és tu.
Graças ao Senhor.
Beijinho.